Movie festivals

In 2022, I covered the Sundance Film Festival and interviewed a few movie directors.

Scene from the documentary “The Territory” (2022)

I wrote about the documentary “The Territory”, which follows the fight between indigenous people and land grabbers in the Brazilian state of Rondonia. The movie won the jury and the audience award at the Sundance Film Festival 2022 and it is a strong contender for the Oscar 2023 nominations.

I interviewed the New York-based director Alex Pritz and one of the main protagonists, Bitaté, an indigenous leader of the Uru-Eu-Wau-Wau community. You can read the story in Portuguese on the website Ecoa.

Here is a snippet of the Ecoa article:

LOS ANGELES – Os conflitos entre indígenas e invasores de terra na Amazônia brasileira ganharam um novo documentário produzido por estrangeiros e a etnia uru-eu-wau-wau, que traz um raro ponto de vista de fazendeiros e criminosos que insistem em tomar terras alheias.

“O Território”, com direção do nova-iorquino Alex Pritz, estreia hoje (22) no Festival Sundance, maior evento do cinema independente norte-americano. O filme é coproduzido pela comunidade indígena de Rondônia, que já havia sido equipada com drones para fazer a vigilância de seu território, uma área cada vez menor rodeada por desmatamentos.

Pritz e sua equipe armaram a comunidade de câmeras profissionais, possibilitando uma visão mais íntima da aldeia, como quando eles se deparam com invasores em suas missões pela floresta.

Bitate Uru-Eu-Wau-Wau é um dos personagens principais, um jovem que passa a liderar a comunidade e também uma das câmeras. A força do filme está na luta incansável de Neidinha Suruí, liderança local à frente da ONG Kanindé. A ativista foi casada com o cacique Almir Suruí e é mãe de Txai Suruí, jovem que discursou na COP26 e uma das produtoras do documentário. Continue lendo no Ecoa.

I also interviewed the only Brazilian director in the main competition, Gabriel Martins, with the movie “Mars One”. Read the article in Portuguese on Folha de S.Paulo.

And I talked to writer and director Érica Sarmet, whose short movie “Uma Paciência Selvagem Me Trouxe Até Aqui” brings together famous Brazilian actress Bruna Linzmeyer and singer Zélia Duncan. Read the article in Portuguese on Folha de S.Paulo.

2021 Movie Festivals

In 2021, I covered two major festivals in the US, without leaving home: Sundance and SXSW.

Here are some of the stories for Folha de S.Paulo:

Sundance traz filmes sobre o fim do mundo e o brasileiro ‘Nuvem Rosa’, que previu isolamento

Quando o lockdown bateu, no começo de 2020, Renata de Lélis teve um déjà-vu. A atriz gaúcha havia passado quatro semanas do ano retrasado rodando um filme no qual a sua personagem fica trancafiada por anos num apartamento de Porto Alegre. Ninguém podia sair de casa porque algo lá fora, no ar das cidades do mundo todo, estava matando a população.

Qualquer semelhança com a situação atual é mera coincidência. A história veio da cabeça da diretora e roteirista Iuli Gerbase quando ela terminava o seu mestrado em 2017. No ano passado, enquanto os números de mortos por Covid escalavam, ela terminava de montar “Nuvem Rosa”, seu primeiro longa-metragem. Continue lendo na Folha de S.Paulo.

Documentário Sundance: Beleza de ator de ‘Morte em Veneza’ virou sentença para jovem

Björn Andrésen – em cena de “Midsommar” (2019) e “Morte em Veneza” (1971)

O diretor italiano Luchino Visconti lambe os lábios enquanto vê um desfile de meninos loiros para o casting de seu próximo filme, “Morte em Veneza”, de 1971.

Depois de procurar pelo ator ideal em outros países, Visconti viaja à Suécia e, em breve, ficaria deslumbrado por Björn Andrésen, um garoto de rosto angelical perfeito para o papel de Tadzio.

Então com 15 anos, Andrésen surge tímido e fica só de cueca quando Visconti pede para que seja fotografado. Nas palavras do diretor, é o “menino mais bonito do mundo”, frase que virou título do documentário da dupla sueca Kristina Lindström e Kristian Petri, que estreou no Festival Sundance na semana passada. O elogio marcaria Andrésen como uma sentença maldita. Continue lendo na Folha de S.Paulo.

SXSW – Lázaro Ramos estreia na direção de cinema com terror racial

Num futuro próximo, uma ex-motorista de táxi de 84 anos caminha até o banco para receber a primeira indenização do governo brasileiro por conta dos séculos de escravidão no país. O filme “Medida Provisória”, estreia na direção do ator Lázaro Ramos, começa num embalo positivo de esperança, mas logo puxa o tapete do espectador para construir uma distopia sombria, sem perder o humor.

O longa foi exibido nesta semana no festival SXSW, o South by Southwest, que pela segunda vez aconteceu virtualmente. O lançamento do filme no Brasil está previsto para o segundo semestre.

“Medida Provisória” traz a atriz Taís Araújo e Alfred Enoch, ator britânico com raízes brasileiras, no papel de um casal no Rio de Janeiro em meio ao caos depois de um golpe racial no Brasil. Continue lendo na Folha de S.Paulo.

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