L.A. gets a movie museum

After years of delay and millions of dollars raised in donations, the Academy Museum of Motion Pictures finally opened its doors in Los Angeles in late 2021.

I was there for the opening with the Italian architect Renzo Piano, responsible for the gigantic sphere of cement and glass that houses the impressive museum’s main movie theater. Here is a snippet of the story I wrote to Folha de S.Paulo:

LOS ANGELES – Cem anos atrás, o diretor de cinema Cecil B. DeMille construía um campo de pouso em Los Angeles para sua companhia aérea, no local onde hoje fica a badalada esquina da Fairfax com a Wilshire. Na falta de antigos aviões e dirigíveis, agora é um outro tipo de veículo que aterrissou na região, mas não ouse comparar essa nave àquelas de “Star Wars”.

“Podem chamar de zepelim, pronto para levar você para um outro mundo”, disse o arquiteto italiano Renzo Piano, de 84 anos, responsável pela gigantesca esfera de cimento e vidro que abriga o cinema do recém-inaugurado Museu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas —que abre ao público nesta quinta-feira.

“Mas, por favor, não o chame de Estrela da Morte. Não tem nada a ver”, pediu, em referência à nave redonda do Império Galáctico. “E por que não o chamar de bolha de sabão? Essa aqui não vai estourar, foi muito bem feita.” Continue lendo na Folha de S.Paulo.

Brazilian curator

I had written a lot about the museum before its opening. One of the curators is the Brazilian-born Bernardo Rondeau, in charge of the program of the two movie theatres in the museum.

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Bernardo Rondeau, dentro do principal cinema do museu, o qual será o programador oficial. Foto: Fernanda Ezabella

Roundeau gave me a tour of the museum in 2020 for a story for UOL:

LOS ANGELES – Alguns dos maiores tesouros do cinema mundial estão aguardados em Los Angeles, à espera da inauguração de um gigantesco museu na cidade californiana. A aguardada data de abertura foi finalmente anunciada por Tom Hanks durante a cerimônia do Oscar: 14 de dezembro de 2020.

O UOL visitou o espaço e entrevistou um dos curadores do museu, o brasileiro Bernardo Rondeau. Continue lendo no Uol Cinema

And I wrote a profile on him in 2019 for Folha de S.Paulo:

LOS ANGELES – O brasileiro Bernardo Rondeau está num canteiro de obras de Los Angeles, de colete verde fluorescente e capacete de segurança. Mas não é um capacete de peão qualquer. O dele é quase de luxo: todo preto e estampado com a imagem dourada da estatueta do Oscar.

Ele aponta para o alto, onde a poucos metros de sua cabeça vê-se uma gigantesca construção esférica feita de cimento, vidro e aço, sustentada por quatro pilares antissísmicos. “Será um cinema com uma tela maior que a de Cannes”, diz o carioca de 40 anos, que mora na cidade americana desde os oito.

Com 36 metros de altura, a esfera guarda um cinema de mil lugares e será o coração do novo Museu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. No topo, há um terraço com vista para as montanhas de Hollywood e seu famigerado letreiro. As obras começaram em 2015 e, após anos de atraso, a promessa é que a inauguração aconteça até o final de 2019. Continue lendo na Folha de S.Paulo.

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