Vale da Morte e outros desertos

Conheça o Vale da Morte, o lugar mais quente do mundo

As formações rochosas pitorescas do Vale do Morte transformam os visitantes em meras formiguinhas: elas cortam suas montanhas de cores diferentes e desembocam num grande forno ligado na temperatura máxima. É assim que sente o turista ao descer do carro em Furnace Creek (riacho do forno, em tradução literal), centro do parque mais quente do mundo.

O Vale da Morte, parque nacional na Califórnia a 418 quilômetros de Los Angeles, marcou no domingo (16) o que pode ser a temperatura mais alta já registrada de forma confiável no planeta: 54,4 graus Celsius. O registro está sendo verificado pelo Serviço Nacional do Clima dos EUA.

Quando a reportagem de Nossa visitou o parque na terça-feira (18), um termômetro do lado de fora do centro de visitantes de Furnace Creek batia 53 graus, às 17h47. Uma dupla de turistas de Las Vegas contava com orgulho (e mostrava a prova nas fotos do celular) que, uma horas antes, a temperatura dava 59 graus. Leia reportagem completa no Nossa.

Fugindo da pandemia, artistas exploram deserto do Coachella Valley, sul da Califórnia

Imagem de Paul Koudounaris

Foi só deixar o esqueleto sozinho por alguns minutos nas areias de Bombay Beach, numa poltrona cor-de-rosa desfacelada, que logo brotaram curiosos de celulares na mão.

A praia, a três horas de carro de Los Angeles ou de San Diego, não tem nada de paradisíaca. Suas águas são tóxicas e malcheirosas, e há peixes mortos às margens. Mas o local é um ponto de encontro popular no deserto do sul da Califórnia para gente interessada em arte, algo intensificado no último ano com o fechamento de espaços culturais vizinhos.

Ao lado do esqueleto com cabeça de carneiro, que parece acenar ao espectador, estava uma torre apelidada de “bonolito”. Instalada por um artista desconhecido, é provavelmente uma sátira ao monólito de metal que apareceu no deserto de Utah em novembro. Havia também um antigo balanço de madeira nas águas rasas e um letreiro na areia com os dizeres filosóficos: “a única outra coisa é o nada”.

O cenário apocalíptico parece perfeito para os tempos atuais, embora o artista e pesquisador de arte Paul Koudounaris prefira chamar suas criações de “fantasias arqueológicas”. Ele é o dono do esqueleto em questão, um antigo e pesado modelo anatômico feito de cerâmica. O artista leva o “companheiro” para posar em cenários pelo deserto, às vezes com perucas coloridas e caudas cintilantes de sereia. Leia reportagem completa na Folha de S.Paulo.

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