Festivais de Cinema

Em 2021, cobri dois festivais importantes nos EUA, sem sair de casa: Sundance e SXSW.

Seguem algumas matérias produzidas:

Sundance traz filmes sobre o fim do mundo e o brasileiro ‘Nuvem Rosa’, que previu isolamento

Quando o lockdown bateu, no começo de 2020, Renata de Lélis teve um déjà-vu. A atriz gaúcha havia passado quatro semanas do ano retrasado rodando um filme no qual a sua personagem fica trancafiada por anos num apartamento de Porto Alegre. Ninguém podia sair de casa porque algo lá fora, no ar das cidades do mundo todo, estava matando a população.

Qualquer semelhança com a situação atual é mera coincidência. A história veio da cabeça da diretora e roteirista Iuli Gerbase quando ela terminava o seu mestrado em 2017. No ano passado, enquanto os números de mortos por Covid escalavam, ela terminava de montar “Nuvem Rosa”, seu primeiro longa-metragem. Continue lendo na Folha de S.Paulo.

Documentário Sundance: Beleza de ator de ‘Morte em Veneza’ virou sentença para jovem

Björn Andrésen – em cena de “Midsommar” (2019) e “Morte em Veneza” (1971)

O diretor italiano Luchino Visconti lambe os lábios enquanto vê um desfile de meninos loiros para o casting de seu próximo filme, “Morte em Veneza”, de 1971.

Depois de procurar pelo ator ideal em outros países, Visconti viaja à Suécia e, em breve, ficaria deslumbrado por Björn Andrésen, um garoto de rosto angelical perfeito para o papel de Tadzio.

Então com 15 anos, Andrésen surge tímido e fica só de cueca quando Visconti pede para que seja fotografado. Nas palavras do diretor, é o “menino mais bonito do mundo”, frase que virou título do documentário da dupla sueca Kristina Lindström e Kristian Petri, que estreou no Festival Sundance na semana passada. O elogio marcaria Andrésen como uma sentença maldita. Continue lendo na Folha de S.Paulo.

SXSW – Lázaro Ramos estreia na direção de cinema com terror racial

Num futuro próximo, uma ex-motorista de táxi de 84 anos caminha até o banco para receber a primeira indenização do governo brasileiro por conta dos séculos de escravidão no país. O filme “Medida Provisória”, estreia na direção do ator Lázaro Ramos, começa num embalo positivo de esperança, mas logo puxa o tapete do espectador para construir uma distopia sombria, sem perder o humor.

O longa foi exibido nesta semana no festival SXSW, o South by Southwest, que pela segunda vez aconteceu virtualmente. O lançamento do filme no Brasil está previsto para o segundo semestre.

“Medida Provisória” traz a atriz Taís Araújo e Alfred Enoch, ator britânico com raízes brasileiras, no papel de um casal no Rio de Janeiro em meio ao caos depois de um golpe racial no Brasil. Continue lendo na Folha de S.Paulo.

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