Coronavírus news

Meus textos mais recentes sobre a pandemia de covid-19 /My most recent stories on the covid-19 pandemia

 

Califórnia abriga milhares de sem-teto em hotéis, mas ativistas querem muito mais

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Escrevi sobre o que Califórnia vem fazendo pelos 150 mil desabrigados do estado. Já colocou mais de 4 mil pessoas acima dos 65 anos em quartos de hotéis e fechou parceria com Motel 6.

Ativistas acham muito pouco e tomaram um quarto do hotel Ritz-Carlton para fazer um protesto. Leia reportagem completa no Ecoa, do Uol. 

Prefeituras no Brasil alugam hotéis para cuidar de desabrigados na pandemia

Escrevi sobre algumas prefeituras no Brasil que estão alugando hotéis para ajudar sua população de rua, como em Osasco, que fez uma parceria com o Ibis. Já em SP (maior número de desabrigados do país, 24 mil pessoas), a prefeitura fez edital, mas nenhum hotel se credenciou, ainda.

Leia reportagem completa aqui no Ecoa, o site de boas notícias do Uol.

Sete líderes contra o Covid-19

 

Escrevi para o Ecoa, site de boas notícias do Uol, uma série de histórias sobre sete líderes que estavam tendo sucesso com suas estratégias contra a pandemia. O primeiro foi Angela Merkel, da Alemanha. Depois, falamos da Noruega, Taiwan, Nova Zelândia, Finlândia, Dinamarca e Islândia.

Dá para acompanhar o fio no meu Twitter também.

Rapidez no isolamento social ajudou Califórnia, diz médico de Stanford

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Enquanto Nova York registrava na sexta (10/4) 7.067 mortes por covid-19, a Califórnia contabilizava 395 mortes, sendo nove em San Francisco e 147 em Los Angeles.

A maioria concorda que medidas de distanciamento social tomadas bem cedo por cidades californianas ajudaram na contenção do novo vírus. A densidade urbana bem menor também joga a favor da Califórnia, explica o médico Dean Winslow, professor da Universidade de Stanford e especialista em doenças infecciosas.

“É preciso dar crédito às nossas autoridades que agiram rápido”, disse ao TAB.

O médico do Vale do Silício também falou sobre os testes de drogas (empolga com remdesivir, não cloroquina) rolando em Stanford e sobre outra pandemia que viveu nos hospitais da região, a do HIV, nos anos 1980. E responde: a Califórnia ainda pode virar uma NY? Leia a entrevista no TAB Uol.

Entrevistei o mesmo médico para uma pauta da Folha de S.Paulo em 2019 sobre os 60 anos do Magic Johnson e como o jogador quebrou o estigma do HIV. 

Exército de voluntários e grifes costura máscaras contra Covid-19

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Quando as gravações de um novo seriado foram interrompidas num estúdio de Hollywood em meados de março, toda a equipe foi dispensada. A assistente de figurino norte-americana Jenny Lind Bryant estava entre os funcionários, todos agora parte do crescente grupo de desempregados da indústria do entretenimento nos Estados Unidos.

Porém, rapidamente ela arranjou um jeito de se manter ocupada. No final de semana, passou os dias debruçada sobre a máquina de costura em seu apartamento. Logo, entrou para outro grupo crescente, também criado devido ao coronavírus: os voluntários costureiros de máscaras.

Continue lendo no UOL Ecoa (e conheça os grupos de voluntários no Brasil que estão produzindo máscaras)

País mais digital do mundo, Estônia ‘hackeia’ soluções para pandemia

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Apesar de hub tecnológico, Tallinn, capital da Estônia, tem um dos centros medievais mais bem preservados da Europa. Foto: Fernanda Ezabella

Dois dias antes do fechamento das escolas por conta do coronavírus, a Estônia resolveu se organizar da melhor forma que sabe: fazendo um hackathon virtual de 48 horas. Afinal, o pequeno país báltico de 1,3 milhão de habitantes é conhecido como uma das sociedades digitais mais avançadas do mundo, além de ser terra de unicórnios como Skype, Bolt e TransferWise.

O primeiro Hack the Crisis, criado pela agência de inovação e tecnologia do governo da Estônia, inspirou mais de 50 eventos similares pela Europa e até mesmo Brasil, com resultados que já começam a ajudar diferentes países. Na quinta-feira (8/4), uma versão global com 100 mil participantes foi lançada para abordar desafios levantados pelas Nações Unidas, Comissão Europeia e governos locais.

Continue lendo no Ecoa Uol. 

Brasileiros ganham prêmio com app para aliviar hospitais na pandemia

Um time de brasileiros que moram em três países diferentes conseguiu criar um aplicativo em pouco mais de 48 horas para tentar ajudar uma das principais vítimas da pandemia de coronavírus: o paciente infectado que não consegue atendimento hospitalar devido à superlotação do sistema de saúde.

Chamado Cautio, o projeto ganhou um prêmio de 5 mil euros (R$ 28,4 mil) para ser executado, num concurso que aconteceu num final de semana de abril. Continue lendo aqui no Ecoa, o site de boas notícias do Uol.

Ouvido amigo: app reúne voluntários que ouvem pessoas ansiosas sem julgar

Quem mora sozinho tende a passar por mais necessidades de comunicação com amigos e famílias desde que começou o isolamento social após a epidemia de coronavírus. Nos EUA, um app despontou como uma via para espantar a solidão e a ansiedade alheia: o HearMe (me escuta), disponível para iOS e Android.

Ele funciona com ajuda de voluntários com o simples objetivo de ouvir o próximo. Foi criado por Adam Lippin, também inventor da Cuddlist, uma rede de terapeutas especialistas em carinhos e cafunés.

Continue lendo no Tilt, site de tecnologia do Uol. 

Coronavírus diminui voluntários e doações para moradores de rua de Los Angeles

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Skid Row, no centro de Los Angeles, em foto de março 2020, por Fernanda Ezabella

Faz uma semana, a vida de Theodore Henderson ficou ainda mais complicada. O prefeito de Los Angeles pediu aos moradores da cidade para ficarem em casa, mas Henderson não tem casa há sete anos.

A organização que dava refeições gratuitas no seu bairro perdeu muitos voluntários e interrompeu o serviço, e o centro em que ele usava o banheiro diariamente também foi fechado.

“Agora tenho que andar mais de 10 km para ir ao banheiro. Nem o Starbucks nos deixa usar mais seus banheiros”, disse Henderson por telefone no domingo. “E te contei que torci o pé?”

Continue lendo na Folha de S.Paulo

Covid-19: China “esconde” um terço dos testes positivos, diz CEO de jornal

Enquanto a China volta ao trabalho e promete encerrar a quarentena na província de Hubei, centro da pandemia de covid-19, mais dúvidas e críticas são levantadas sobre os dados oficiais que apontam para a diminuição radical de novas transmissões do novo coronavírus no país.

“Um terço do total dos testes positivos é assintomático e não está sendo incluído nos números oficiais”, disse Gary Liu, diretor-executivo do “South China Morning Post”, jornal com sede em Hong Kong, num evento online do TED na quarta-feira (25). Ele explicou que seus jornalistas tiveram acesso a documentos e dados governamentais confidenciais.

Continue lendo no TAB Uol 

“Não podemos ignorar a pilha de corpos”, diz Bill Gates sobre quarentena

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Em 2015, Bill Gates passou uma mensagem assustadora sobre o risco de uma grande pandemia para qual o mundo não estaria preparado. Seis anos depois, com a chegada do novo coronavírus em dezenas de países, ficou claro que ninguém levou a sério.

Mas para Gates, que deixou o conselho da Microsoft neste mês para focar em filantropia, a crise atual não é o pior dos cenários que ele previu em 2015 e pode ser contida com duas ações: testes em grande volume e isolamento radical.

“O que precisamos agora é de um desligamento extremo para daqui a seis a dez semanas, se as coisas forem bem, então começar a voltar ao normal”, disse Gates na terça-feira, num evento online organizado pelo TED.

Continue lendo no Tilt Uol.

Ray Dalio diz que crise faz “grandiosa” distribuição de renda e muda mundo

“Não há nada de novo aqui”, acredita Ray Dalio, 70, criador da Bridgewater Associates, maior administradora de hedge funds do mundo. O megainvestidor americano vê similaridades da situação econômica atual com o período da Grande Depressão e diz que tudo vai passar, ainda que o resultado seja “um mundo muito diferente, uma nova ordem mundial”.

Continue lendo no UOL

Elizabeth Gilbert: “Confiem nos instintos, somos adaptáveis e resilientes”

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“A pessoa mais difícil do mundo para ficar sozinha com você é… você mesmo”, acredita a escritora Elizabeth Gilbert, conhecida pelo sucesso de “Comer Rezar Amar” (2006) e hoje uma guru da autoajuda após lançar “Big Magic” (2015), livro que reúne dicas sobre como levar uma vida criativa.

Gilbert estava em sua casa de campo em New Jersey (EUA), há 17 dias sem ver ninguém de perto, quando participou de uma conferência online do TED, na semana passada. Mas ela está acostumada a ficar longos períodos sozinha, como nos retiros de meditação que faz na Índia.

Continue lendo aqui no Ecoa, o site de boas notícias do Uol.

Recordista carcerário, EUA tentam libertar presos para evitar surtos

Enquanto os moradores de Los Angeles começavam a engrenar na prática do “distanciamento social”, ativistas e autoridades se preocupavam com outra população que passa longe de ter esta opção para evitar o contágio do coronavírus. O objetivo é evitar experiências de surto e rebeliões como as que aconteceram em prisões da China, Itália e Brasil.

Nas prisões estaduais e federais dos EUA, país com a maior população carcerária do mundo, mais de 2 milhões de presos são proibidos de ter acesso a desinfetantes como álcool gel por temor de serem usados na fabricação de bebidas alcoólicas. Para lavar as mãos, é preciso permissão — e cuidados médicos não são gratuitos, tampouco sabonete.

Continue lendo no TAB Uol

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