Brasil – Jalapão + Festa Literária de Parati

Em 2019, publiquei algumas matérias sobre o Brasil: primeiro sobre minha viagem ao parque nacional do Jalapão. Depois, voltei ao Brasil para cobrir a FLIP, a Festa Literária Internacional de Parati (RJ). Segue um pouquinho dessas aventuras.

Jalapão entrega éden com dunas e lagoas depois de muita poeira

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As estradas de terra sacolejantes do Parque Estadual do Jalapão causam efeitos diversos nos turistas que decidem se embrenhar pelos cafundós do Tocantins.

Há os que se esquecem da vida e meditam ao balanço dos longos percursos, curtindo a paz da paisagem de cerrado sem fim. E há os que sofrem, encarando a aventura como provação antes de alcançar as dunas paradisíacas e os misteriosos fervedouros, pequenas lagoas de águas cristalinas.

Jalapão fica a 300 km de Palmas, mas a quilometragem é relativa nesses cantos. Até Ponte Alta do Tocantins, cidade de entrada para o parque, são 150 km de asfalto. O resto é feito por terra, areia, buracos e muita poeira.

“Dizem que o pote de ouro está no fim do arco-íris, mas certeza eu só tenho de que a joia do Jalapão se esconde no fim do mundo”, filosofa o produtor de arte e cenógrafo paulista Mauro Amorim, 47, que visitou o parque em dezembro.

Continue lendo na Folha de S.Paulo

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Abaixo, um pouco da cobertura da Flip 2019

Curadora da Flip: “Momento é de valorização das autoras mulheres e negras”

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A 17ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) começa nesta noite de quarta-feira com a participação de mais de 40 escritores e artistas brasileiros e internacionais, em mesas redondas e apresentações que acontecem em tendas montadas no centro histórico da cidade litorânea de Paraty, no Rio de Janeiro, até domingo.

O homenageado desta edição é o escritor Euclides da Cunha (1866-1909), de “Os Sertões”, e os destaques entre os convidados ficam por conta de uma série de autoras de obras contemporâneas de grande impacto, como a canadense Sheila Heti, a portuguesa Grada Kilomba e as brasileiras Marilene Felinto e Jarid Arraes. Continue lendo na Universa Uol.

Ter ou não ter filho: Sheila Heti fala sobre essa decisão solitária na Flip

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A autora canadense Sheila Heti. Foto: Divulgação

Quando a canadense Sheila Heti começou a escrever “Maternidade”, a ideia era fazer um livro de não-ficção e entrevistar mulheres e homens sobre suas decisões de ter ou não filhos. Mas logo percebeu que não chegaria à resposta para sua própria dúvida maternal. Naturalmente, foi atrás do oráculo chinês I Ching.

No livro, que acabou virando ficção, a personagem principal tece um diálogo absurdo com o oráculo através do jogo de moedas. Ela faz perguntas aleatórias, e as moedas respondem apenas “sim” ou “não”. Mas ao longo da narrativa, as respostas ganham um peso incomum. Continue lendo na Universa Uol.

Racismo: “Nunca aconteceu de me confundirem com uma médica”, diz rapper

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A rapper paulista Stella Yeshua (centro, de microfone). Foto: Divulgação

Duas artistas brasileiras de lugares e vidas bem distintos encontraram na internet seu lado comediante e resolveram usar o humor como ferramenta contra a opressão e o racismo que enfrentam no dia a dia. A rapper paulista Stella Yeshua, 33, e a drag fluminense Aurora Black, 26, participaram na sexta-feira de uma mesa de jovens talentos na Casa Globo, uma programação paralela da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que acontece até domingo. Continue lendo na Universa Uol.

Na Flip, autoras falam sobre amor, sexualidade, poligamia e consentimento

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Ayelet Gundar-Goshen e Ayòbámi Adébáyò na Flip. Foto: Divulgação

Duas histórias de amor trágicas trouxeram ao palco da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) peculiaridades culturais e geopolíticas de Israel e da Nigéria, como a questão da terra sagrada e da poligamia, por meio das obras das autoras Ayelet Gundar-Goshen e Ayòbámi Adébáyò. Leia mais na Universa Uol.

“Comentários sobre golpe foram em cartas pessoais”, diz curadora da Flip sobre homenageada em 2020

A curadora da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), a editora Fernanda Diamant, rebateu as duras críticas que o festival recebeu por conta da escolha da americana Elizabeth Bishop (1911-1979) como a homenageada da edição 2020. “Discordo totalmente desse retrato redutor que estão fazendo de Bishop”, disse.

Para Diamant, os comentários da escritora e poetisa sobre o golpe militar de 1964, feitos numa carta íntima para um amigo alguns dias depois do evento, são uma questão “lateral” na imensidão de sua vida conturbada e obra literária premiada.

Continue lendo na Universa Uol

 

 

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