Maconha High Times

Algumas das minhas matérias recentes sobre cannabis nos EUA

Entrevista com a czar da cannabis em Los Angeles: Cat Packer

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Negra, gay e sempre elegantemente vestida com ternos feitos sob medida, a “czar da maconha de Los Angeles” se formou em direito em Ohio e veio para a Califórnia coordenar uma campanha pela legalização liderada pela Drug Policy Alliance, organização não governamental para políticas sobre drogas.

Sua principal bandeira é o Programa de Equidade Social, mas ela ainda tem muito o que enfrentar: o mercado ilícito ainda é muito maior que o regulamentado.

Continue lendo na Folha de S.Paulo.

‘Freiras’ ganham milhões com produtos de maconha e exportam até ao Brasil

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Da esq. para a dir., as irmãs Alice, Sierra e Kate, do Sisters of the Valley, na Califórnia. Foto: Fernanda Ezabella

Numa tarde chuvosa de fevereiro, irmã Alice trabalhava na cozinha enchendo um grande aquecedor de sopa elétrico com potes de óleo de coco. Numa gaveta, guardava um caderno apelidado de “bíblia” para lembrar as receitas. Na geladeira, que ela chama de seu “armarinho de remédios”, mantinha dezenas de sacos transparentes que revelavam seu ingrediente mais precioso: maconha.

Não é uma maconha qualquer, assim como irmã Alice tampouco é uma freira qualquer. Na verdade, ela é judia, mas fez votos há quase dois anos para a ordem da Sisters of the Valley (irmãs do vale), um grupo de ativistas feministas que produzem remédios feitos de canabidiol (CBD), a substância não psicoativa da planta..

Continue lendo no Uol 

Primeiro café dos EUA com produtos de maconha abre em Los Angeles

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“E para acompanhar a couve-de-bruxelas, gostaria de uma sativa ou uma indica?” A pergunta vem da garçonete que tenta harmonizar a comida com as variadas formas de maconha disponíveis no primeiro restaurante legalizado de cannabis nos EUA.

O menu de maconha tem 14 páginas e inclui cigarros avulsos, flores secas, óleos e acessórios para consumo, como cachimbos de cerâmica e um bong gravitacional.

Continue lendo na Folha de S.Paulo.

Canadenses celebram dia da maconha seis meses após legalização da droga

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Exatamente às 16h20 de sábado (20), uma nuvem de fumaça branca tomou a multidão aglomerada no parque Sunset Beach, numa praia de Vancouver, no Canadá, para celebrar o primeiro evento anual da maconha após a legalização da droga no país, seis meses atrás.

O horário é simbólico na cultura canábica desde os anos 1970, e a data 20 de abril (ou 4/20 no calendário norte-americano) virou dia internacional de protesto pela legalização da droga. Em Vancouver, os organizadores estimaram o público em 150 mil pessoas.

Continue lendo na Folha de S.Paulo.

Estava cansado de ficar de ressaca, diz criador do vinho de maconha

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O americano Chip Forsythe faz vinhos desde 2004, quando entrou para a faculdade de viticultura na Califórnia. Anos depois, abriu sua própria vinícola com amigos, a Rebel Coast, e passou a vender cabernets e chardonnays para vários supermercados dos EUA. Até que ele resolveu diversificar: fez um sauvignon blanc de maconha.

O vinho sem álcool e com infusão de 20 miligramas de maconha é o primeiro a ser vendido legalmente no mundo. Por enquanto, só pode ser comercializado na Califórnia, onde a droga é legalizada para maiores de 21 anos.

“O vinho de maconha não é para ficar chapadaço. É para dar uma brisa, um barato de leve. Dá para tomar e ficar comunicável, conversar num jantar”, disse à Folha Forsythe, dono de um bigode portentoso que estampa a garrafa de seu tinto tradicional Reckless Love. Continue lendo aqui na Folha de S.Paulo.

CHAPADOS ANÔNIMOS – Os ex-maconheiros da Califórnia

O americano Joemar Gonzalez, um engenheiro de hardware de 33 anos, começou a usar maconha aos 13. Era o que aliviava seus ataques de pânico e ansiedade. De seus 20 anos, pouco reteve: estava diariamente drogado. Ainda assim, fez faculdade e arranjou um emprego. E também traficou.

“Oi, eu sou Joemar Gonzalez e sou viciado em maconha”, disse para as seis pessoas sentadas em círculo, na salinha de um centro de ajuda em Hollywood, Los Angeles.

Continue lendo aqui na revista Piauí.

Canadá é segundo país do mundo a legalizar maconha

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Photo by Michael Fischer on Pexels.com

O ativista canadense Dana Larsen passou os últimos quase 30 anos defendendo a legalização da maconha em seu país. Chegou a ser preso, fundou partido político, organizou referendo e passeatas, editou revista sobre o assunto, distribuiu milhões de sementes e hoje tem duas lojas que vendem a droga há dez anos.

Nesta quarta-feira (17/10/2018), quando o Canadá virar o primeiro país entre as dez maiores economias do mundo a legalizar a droga, Larsen não pretende se aposentar. Vai celebrar com um imenso baseado e também vai protestar na frente da sede do governo de sua província, dando plantas de maconha gratuitamente.

“É um pouco anticlimático. Será um dia histórico maravilhoso, o começo de uma revolução global, mas ainda temos muito a fazer. Esta legalização tem muitas e muitas falhas”, disse à Folha. Continue lendo aqui.

12 dúvidas que você não pode esquecer sobre a legalização da maconha no Canadá

 

Na Califórnia, ex-atletas pedem que maconha deixe de ser doping

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foto divulgação 420 Games

O ex-jogador da NFL Ricky Williams liderava uma sessão de ioga na praia de Santa Mônica, num sábado, enquanto a neblina da manhã se misturava a outras névoas de cheiros adocicados. Maconha era consumida de forma discreta, mesmo com policiais circulando pelo local.

A aula serviu de aquecimento para uma corrida de 6km no calçadão e também para alongar os lutadores de jiu-jitsu, que mais tarde se apresentariam num tatame improvisado.

“Queremos mostrar que usuários de cannabis não são preguiçosos, desmotivados ou lesados. Queremos acabar com o estigma de milhares de pessoas que usam num estilo de vida saudável e responsável”, explica Jim McAlpine, criador do evento 420 Games, que acontece em algumas cidades da costa oeste americana desde 2014. Continue lendo aqui.

 

Museu da maconha só dá barato como cenário de selfies em Las Vegas

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foto divulgação Cannabition Cannabis Museum

Um escorregador sai de uma escultura em formato de boca, atravessa nuvens de fumaça e desemboca numa piscina cheia de flores de maconha. Dá para abraçá-las e cheirá-las, ainda que sejam feitas de espuma.

Não é preciso estar chapado para visitar o Cannabition Cannabis Museum, que abriu em setembro em Las Vegas, no estado de Nevada (EUA), mas é preciso estar muito fora de si para achar que entrou num museu de verdade. Continue lendo aqui.

 

Guru da comida saudável descreve experiência com drogas psicodélicas em novo livro

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(Indo um pouco além de cannabis, posto aqui matéria que fiz sobre um dos melhores livros de 2018, sobre cogumelos e LSD, de Michael Pollan)

Michael Pollan se desintegrou completamente em pequenos pedacinhos de papel, como post-its ao vento. Depois, sentiu-se espalhado na paisagem como se fosse uma camada de tinta. E viu a plantinha do escritório olhar de volta para ele.

O jornalista e pesquisador americano, conhecido como guru da alimentação saudável nos Estados Unidos, não enlouqueceu. Apenas tomou um ácido, comeu um cogumelo e fumou veneno de sapo. O resultado está nas mais de 400 páginas de seu novo livro, “How to Change Your Mind” (como mudar sua mente, Penguin Press), que embarca numa viagem de quase 70 anos de pesquisas psiquiátricas com drogas psicodélicas, ainda hoje consideradas ilegais nos EUA. Continue lendo aqui.

Já tinha feito uma entrevista muito bacana com ele, em sua casa em Berkley. Foi capa da revista Serafina, em 2014. Leia aqui.

 

 

 

 

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