Oscar 2019

Indicada ao Oscar conta como figurinos de ‘Pantera Negra’ foram inspirados em diferentes comunidades africanas

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A figurinista Ruth E. Carter fez uma pesquisa meticulosa entre tribos africanas para criar as roupas de “Pantera Negra”, trabalho que lhe rendeu sua terceira indicação ao Oscar.

Ao lado de influências e tecidos importados das comunidades dogon, do Mali, turkana, do Quênia, ndebele, do Zimbábue e África do Sul, e suri, na Etiópia, Carter também trouxe o que há de mais tecnológico no mercado, produzindo peças em impressoras 3D. Continue lendo aqui na Folha de S.Paulo.

 

Rainhas usam jeans nos filmes de época indicados ao Oscar

O jeans, quem diria, está na moda nos séculos 16 e 18. Os dois filmes de época indicados ao Oscar de melhor figurino, “Duas Rainhas” e “A Favorita”, usaram o tecido para fazer trajes exuberantes de monarcas e os uniformes de seus empregados. Continue lendo aqui na Folha de S.Paulo.

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Cena de “A Favorita”

 

Filme sobre dura infância no Líbano é ‘pequena vitória’, diz indicada ao Oscar

“O que você quer dos seus pais?” O juiz pergunta na corte para o menino de 12 anos, um refugiado sírio que vive sem documentos nas ruas de Beirute. “Quero que eles parem de ter filhos”, responde a criança gritando, ao processar os pais por ter nascido.

A cena é do filme “Cafarnaum”, da libanesa Nadine Labaki (“Caramelo” e “E Agora, Onde Vamos?”). Continue aqui na Folha de S.Paulo.

 

Obsessão pop por juíza gerou filme “RBG”, que disputa 2 prêmios do Oscar

 

O rosto sisudo de uma velhinha de 85 anos está por todos os lados em Hollywood. Ruth Bader Ginsburg, juíza da Suprema Corte, foi catapultada a ícone feminista com ajuda de uma brincadeira de internet e hoje estampa canecas, livros infantis, bonecas e até tatuagens.

O fenômeno pop chega ao auge no domingo, quando um filme sobre sua vida concorre a dois Oscar: melhor documentário e música por “I’ll Fight”, de Jennifer Hudson, escrita por Diane Warren. Continue lendo na Folha de S.Paulo sobre “RBG” e “Free Solo”.

 

Tabu na Índia, menstruação e absorventes são tema de curta documentário indicado ao Oscar

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A americana Rayka Zehtabchi nunca teve problemas em encontrar absorventes ou tampões, nunca deixou de falar sobre suas cólicas com amigas ou mesmo de perguntar a adultos sobre menstruação. Aos 23 anos de idade, numa viagem à Índia, percebeu como tudo isso era de fato um enorme privilégio.

“Foi chocante conhecer mulheres que passaram a vida inteira sem entender o que é a menstruação. E que nunca falaram com um outro ser humano sobre isso, algo tão natural para nós mulheres”, disse Zehtabchi, diretora de “Absorvendo o Tabu” (disponível no Netflix), indicado ao Oscar de curta-metragem. Leia mais no Universa do UOL.

 

“Esse ‘cabrón’ vai ganhar tudo no Oscar”, diz polonês indicado sobre Cuarón

O diretor polonês Pawel Pawlikowski, indicado ao Oscar de direção e filme estrangeiro por “Guerra Fria”, sabe que suas chances são baixas perto do amigo mexicano Alfonso Cuarón, seu concorrente nas mesmas categorias por conta de “Roma”.

“Esse ‘cabrón’ vai ganhar tudo”, disse Pawlikowski, apontando para o colega ao seu lado. “A expectativa na Polônia é meio de Olimpíadas, mas já avisei para não esperarem nada.” Continue lendo no UOL.

 

Versão impressa

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