Maconha High Times

Algumas das minhas matérias recentes sobre cannabis nos EUA

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foto divulgação Rebel Coast

Estava cansado de ficar de ressaca, diz criador do vinho de maconha

O americano Chip Forsythe faz vinhos desde 2004, quando entrou para a faculdade de viticultura na Califórnia. Anos depois, abriu sua própria vinícola com amigos, a Rebel Coast, e passou a vender cabernets e chardonnays para vários supermercados dos EUA. Até que ele resolveu diversificar: fez um sauvignon blanc de maconha.

O vinho sem álcool e com infusão de 20 miligramas de maconha é o primeiro a ser vendido legalmente no mundo. Por enquanto, só pode ser comercializado na Califórnia, onde a droga é legalizada para maiores de 21 anos.

“O vinho de maconha não é para ficar chapadaço. É para dar uma brisa, um barato de leve. Dá para tomar e ficar comunicável, conversar num jantar”, disse à Folha Forsythe, dono de um bigode portentoso que estampa a garrafa de seu tinto tradicional Reckless Love. Continue lendo aqui na Folha de S.Paulo.

CHAPADOS ANÔNIMOS – Os ex-maconheiros da Califórnia

O americano Joemar Gonzalez, um engenheiro de hardware de 33 anos, começou a usar maconha aos 13. Era o que aliviava seus ataques de pânico e ansiedade. De seus 20 anos, pouco reteve: estava diariamente drogado. Ainda assim, fez faculdade e arranjou um emprego. E também traficou.

“Oi, eu sou Joemar Gonzalez e sou viciado em maconha”, disse para as seis pessoas sentadas em círculo, na salinha de um centro de ajuda em Hollywood, Los Angeles.

Continue lendo aqui na revista Piauí.

Canadá é segundo país do mundo a legalizar maconha

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Photo by Michael Fischer on Pexels.com

O ativista canadense Dana Larsen passou os últimos quase 30 anos defendendo a legalização da maconha em seu país. Chegou a ser preso, fundou partido político, organizou referendo e passeatas, editou revista sobre o assunto, distribuiu milhões de sementes e hoje tem duas lojas que vendem a droga há dez anos.

Nesta quarta-feira (17/10/2018), quando o Canadá virar o primeiro país entre as dez maiores economias do mundo a legalizar a droga, Larsen não pretende se aposentar. Vai celebrar com um imenso baseado e também vai protestar na frente da sede do governo de sua província, dando plantas de maconha gratuitamente.

“É um pouco anticlimático. Será um dia histórico maravilhoso, o começo de uma revolução global, mas ainda temos muito a fazer. Esta legalização tem muitas e muitas falhas”, disse à Folha. Continue lendo aqui.

12 dúvidas que você não pode esquecer sobre a legalização da maconha no Canadá

 

Na Califórnia, ex-atletas pedem que maconha deixe de ser doping

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foto divulgação 420 Games

O ex-jogador da NFL Ricky Williams liderava uma sessão de ioga na praia de Santa Mônica, num sábado, enquanto a neblina da manhã se misturava a outras névoas de cheiros adocicados. Maconha era consumida de forma discreta, mesmo com policiais circulando pelo local.

A aula serviu de aquecimento para uma corrida de 6km no calçadão e também para alongar os lutadores de jiu-jitsu, que mais tarde se apresentariam num tatame improvisado.

“Queremos mostrar que usuários de cannabis não são preguiçosos, desmotivados ou lesados. Queremos acabar com o estigma de milhares de pessoas que usam num estilo de vida saudável e responsável”, explica Jim McAlpine, criador do evento 420 Games, que acontece em algumas cidades da costa oeste americana desde 2014. Continue lendo aqui.

 

Museu da maconha só dá barato como cenário de selfies em Las Vegas

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foto divulgação Cannabition Cannabis Museum

Um escorregador sai de uma escultura em formato de boca, atravessa nuvens de fumaça e desemboca numa piscina cheia de flores de maconha. Dá para abraçá-las e cheirá-las, ainda que sejam feitas de espuma.

Não é preciso estar chapado para visitar o Cannabition Cannabis Museum, que abriu em setembro em Las Vegas, no estado de Nevada (EUA), mas é preciso estar muito fora de si para achar que entrou num museu de verdade. Continue lendo aqui.

 

Guru da comida saudável descreve experiência com drogas psicodélicas em novo livro

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(Indo um pouco além de cannabis, posto aqui matéria que fiz sobre um dos melhores livros de 2018, sobre cogumelos e LSD, de Michael Pollan)

Michael Pollan se desintegrou completamente em pequenos pedacinhos de papel, como post-its ao vento. Depois, sentiu-se espalhado na paisagem como se fosse uma camada de tinta. E viu a plantinha do escritório olhar de volta para ele.

O jornalista e pesquisador americano, conhecido como guru da alimentação saudável nos Estados Unidos, não enlouqueceu. Apenas tomou um ácido, comeu um cogumelo e fumou veneno de sapo. O resultado está nas mais de 400 páginas de seu novo livro, “How to Change Your Mind” (como mudar sua mente, Penguin Press), que embarca numa viagem de quase 70 anos de pesquisas psiquiátricas com drogas psicodélicas, ainda hoje consideradas ilegais nos EUA. Continue lendo aqui.

Já tinha feito uma entrevista muito bacana com ele, em sua casa em Berkley. Foi capa da revista Serafina, em 2014. Leia aqui.

 

 

 

 

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