Bienvenidos a Tijuana

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Em novembro de 2018, a Folha de S.Paulo me mandou para Tijuana para cobrir a chegada dos imigrantes de Honduras que queriam entrar nos EUA.

Foram três dias visitando o acampamento com umas 2 mil pessoas. Também visitei o muro do lado americano (vazio e altamente patrulhado) e do lado mexicano (uma praia quase qualquer, com turistas e vendedores ambulantes).

Aqui estão minhas matérias e minhas fotos.

 

 

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Caravana vive clima de tensão em acampamento improvisado no México

Cerca de 3.000 imigrantes esperam em condições precárias por informações de refúgio nos EUA

O café da manhã e o almoço estão incluídos, mas não contem com o jantar. O banheiro é fedorento, com chuveiros alagados ao ar livre. Cerca de 3.000 imigrantes, a maioria de Honduras, vivem há mais de uma semana em um acampamento improvisado num centro esportivo de Tijuana, cidade mexicana na fronteira com os EUA. Leia aqui na Folha de S.Paulo.

 

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Cidade mexicana se divide entre medo e compaixão por migrantes de caravana

Na saída do acampamento improvisado para migrantes na cidade mexicana de Tijuana, filas de pessoas se formam no meio da rua para conseguir sanduíches de graça num albergue vizinho e para doação de sapatos distribuídos do porta-malas de uma van.

Há também quem aguarde um caminhão que leva pessoas a uma feira de empregos perto dali e os que esperam atendimento nas tendas da Secretaria de Saúde. “Já vimos uns 300 só pela manhã”, comenta um enfermeiro de máscara. “Muitos estão gripados, esfriou bem e eles dormem ao relento.” Leia aqui na Folha de S.Paulo.

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Muro do lado americano

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Muro do lado mexicano

Muro divide praias com perfis distintos nos EUA e México

Quando o muro que separa EUA e México toca o oceano Pacífico, surgem duas praias bem distintas. Do lado americano, apenas pássaros se aglomeram na areia. Do lado mexicano, pessoas caminham e tomam sol, entram na água e até usam as barras do muro para se alongar. Leia no final do texto na Folha de S.Paulo.

 

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E, em 2019, escrevi sobre um outro tipo de muro, para a revista Piauí.

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Aos 45 anos, o empresário americano Brandon Vallorani já tem sete filhos e um neto. Nenhum deles, contudo, ganhou no último Natal o presente que o próprio Vallorani inventou e colocou à venda: o jogo Build the Wall [Construa o Muro].

O brinquedo possui 101 blocos de plástico cinza e é destinado a crianças com mais de 5 anos. A ideia é que elas usem as peças para fazer uma versão, digamos, lúdica da barreira que o presidente Donald Trump gostaria de erguer na fronteira entre os Estados Unidos e o México. Leia no site da revista Piauí.

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