Hollywood, lifestyle e bancos americanos

Reúno aqui algumas outras matérias que fiz ao longo de 2018.

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Cena do filme “Abe” – Foto Divulgação

Brasileiro filma ator de ‘Stranger Things’ em filme de Sundance

Fernando Grostein Andrade dirige também Seu Jorge em “Abe”. “É livremente inspirado na minha vida, mas nunca tive pressão para decidir ser de um lado ou outro”, contou o diretor de 37 anos, cujo pai tinha formação católica e a mãe é judia. “Ainda assim, tinha uma confusão na minha cabeça de quem eu era”, continuou, numa entrevista num café de Los Angeles antes de embarcar para o festival. Leia na Folha de S.Paulo.

Escritor francês conta por que quis proteger homem que tentou matá-lo

Autor do best-seller ‘O Fim de Eddy’, Édouard Louis lança ‘Histoire de la Violence’. Autor de best-seller publicado neste ano no Brasil, Édouard Louis lança livro em que narra como um homem tentou assassiná-lo —e como ele tentou proteger seu algoz da polícia. Leia na Folha de S.Paulo.

Entrevista com Seu Jorge em Los Angeles

Quando não está fazendo crochê na sua conta do Instagram ou jogando FIFA no Playstation, o cantor e compositor Seu Jorge se divide entre música e cinema. Os últimos meses foram dedicados ao seu novo álbum, gravado em Los Angeles, e os próximos serão voltados à atuação num novo seriado no Brasil e divulgação de três longas-metragens. Leia aqui na Folha de S.Paulo.

Amigo de Harry Potter, Rupert Grint vive gângster na série ‘Snatch’

Rupert Grint tinha dez anos quando entrou para o mundo mágico de Harry Potter, no papel do simpático amigo Ron Weasley, e por lá ficou mais de uma década. Leia aqui na Folha de S.Paulo.

Brasileira Jade Catta-Preta faz stand-up e pontas em séries nos EUA

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Jade Catta-Preta – Foto Divulgação

Comediante radicada no país há 24 anos, Jade Catta-Preta já levou papel molhado e garrafada de plástico no palco enquanto se apresentava nos clubes de Los Angeles. Como atriz, ganhou personagens em seriados que acabaram cancelados, mas conseguiu pontas em “Modern Family”, “Californication” e “2 Broke Girls”. Leia aqui na Folha de S.Paulo.

Com inspiração hippie, mercado do bem-estar cresce e fatura milhões nos EUA

“As moléculas ainda estão girando”, garantiu Karma olhando para meu copo de água. “É uma água muito fresca, está viva”, continuou, explicando que havia sido coletada em garrafões de vidro “diretamente da nascente” […] A quinta edição anual do Mercado Sagrado, que aconteceu em outubro entre as montanhas de Malibu, na Califórnia. Leia aqui na Folha de S.Paulo.

Consumo consciente globaliza arte indígena

Vinícius Vieira de Vieira lembra bem quando acampou com sua mulher em uma aldeia indígena no interior de Goiás. Durante um banho de rio, um cacique xavante pegou em suas mãos, olhou fixo em seus olhos e repetiu: “Calma, vai dar tudo certo, temos a vida inteira para trabalhar juntos”. Leia aqui na Folha de S.Paulo.

Por competição, bancos nos EUA dão bônus para atrair clientes

Quando o estudante americano Daniel Philips entrou num banco para abrir sua primeira conta corrente, aprendeu que poderia ganhar US$ 250 (R$ 1.000) sem muito esforço. A única contrapartida era depositar o salário de seu empregador, o McDonald’s. Leia na Folha de S.Paulo.

Um tour por Canberra, capital da Austrália

Longe de praias badaladas, Canberra à primeira vista pode parecer uma cidade sem muita graça na Austrália. Mas a capital do país, com apenas 400 mil habitantes, é um oásis de tranquilidade repleto de museus e boa arquitetura, sem contar os cangurus selvagens frequentadores de um campo de golfe. Leia aqui na Folha de S.Paulo.

Sra. Hillary ou Sra. Clinton?

Sobre as consequências de não chamar as mulheres pelo sobrenome. De vez em quando, Stav Atir pergunta para si mesma se seu prenome unissex a favorece na vida acadêmica. Israelense radicada nos Estados Unidos, a psicóloga passou os últimos anos investigando o preconceito de gênero que deriva da maneira como os norte–americanos se referem a professores, cientistas, políticos e outros profissionais. Leia aqui na revista Piauí.

Deserto vira cemitério de veículos da Volkswagen

No deserto californiano, dezenas de aviões descansam em paz após o último pouso de suas carreiras no aeroporto de logísticas de Victorville, cidade de 120 mil habitantes a 140 km de Los Angeles. Desde 2017, milhares de automóveis se juntaram ao “cemitério de aviões”, formando um gigantesco estacionamento de carros coloridos no meio do deserto de Mojave. Leia aqui na Folha de S.Paulo.

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