República das bananas

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Fred Garbutt e sua companheira, donos do museu (Foto: Fernanda Ezabella)

Para quem visitar o festival de música Coachella, vale a pena dar uma paradinha no infame Museu Internacional da Banana, localizado em Mecca, à beira de uma estrada que corta o deserto no sul da Califórnia.

O acervo reúne mais de 20 mil bugigangas. Entrevistei o dono para a revista Piauí. Segue um trechinho:

Pintado sobre uma pera de plástico, o rosto masculino não é nada amistoso. Parece destilar mau humor por todos os poros. Um tanto desbotada, a fruta que o exibe descansa numa prateleira repleta de outras frutas igualmente falsas, mas vibrantes. “Quando vi a pera zangada para vender no eBay, logo me lembrei de meu irmão, Frank, e a comprei”, conta Fred Garbutt, entre irônico e carinhoso. “Ele não parava de reclamar e tinha o mesmo semblante. Quis prestar uma homenagem.”

Natural de Coachella Valley, nos Estados Unidos, Garbutt vivia de construir quadras de tênis em clubes da região. Há seis anos, porém, cismou de transformar o bar da família num inusitado museu. O rabugento Frank, que tocava o negócio, detestou o projeto. Garbutt também enfrentou o azedume da mulher, que julgou a iniciativa um bocado ridícula. “Pensei que a crise da meia-idade lhe traria um rabinho de cavalo, uma barba e um carro esportivo”, diz Kym. No lugar, veio o International Banana Museum. Continua aqui…

 

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