Energia do samba foi essencial para Alexander Calder, diz neto

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Aproveitando a exposição de Alexander Calder (1898-1976) em São Paulo, desenterrei uma entrevista que fiz com o neto do artista, na época de uma retrospectiva em Los Angeles, em 2013.

Alexander Rower tinha apenas 13 anos quando seu avô morreu, mas lembra bem da trilha sonora que embalava o artista em seu estúdio. “Ele adorava seus discos de samba”, diz o neto de Calder e criador da Calder Foundation, responsável pela catalogação de mais de 24 mil obras do escultor americano.

“Ao voltar do Brasil [1948], ele passou a dar festas de samba em sua casa em Connecticut que duravam três, quatro dias, com gente desmaiada pelos cantos”, contou Rower à Folha. Continue lendo aqui.

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