Meu papo com Miranda July

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Saiu no final de maio minha entrevista com a artista multimídia Miranda July, na revista mensal da Folha, a Serafina:

A cabeleira etérea de Miranda July me distrai. Quanto tempo ela passa no espelho para conseguir este visual delicadamente armado? Passa pó de arroz no rosto para deixar os olhos claros ainda mais em evidência? “Que jardim incrível”, elogio, para quebrar o silêncio, enquanto entro em seu escritório, numa casa simples com panos brancos cobrindo as janelas. “Tenho um jardineiro que vem de vez em quando. É um sem-teto que mora pelo bairro”, ela conta.

Como? O jardineiro misterioso do seu livro “O Primeiro Homem Mau” é de verdade? Procuro caramujos pelo chão de taquinhos, como os que tomam conta da sala da protagonista, mas ela me puxa para a realidade: “Não é como no livro. O que vem aqui é um morador de rua de verdade”. Leia a íntegra da matéria aqui.

July é uma artista plástica californiana que resolveu se jogar no cinema em 2005, com seu primeiro longa, “Eu, Você e Todos Nós”, premiado em Cannes e Sundance. Depois veio o filme “O Futuro” (2011), no qual interpreta uma dançarina medíocre. Ela também começou a escrever contos, como “É Claro que Você Sabe do que Estou Falando”, e este ano lançou seu primeiro romance – “O Primeiro Homem Mau”. Ah, e ela criou um aplicativo, o Somebody.

A entrevista foi em seu estúdio em Echo Park, bairro de Los Angeles.

As fotos abaixo são uma exposição ao ar livre que ela fez aqui em Los Angeles.

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