Bienvenida a Tijuana!

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Cecut – Centro Cultural Tijuana

A primeira vez que visitei Tijuana, cidade mexicana na fronteira com San Diego (EUA), foi em 2006. Fomos de noite, tomamos algumas cervejas, comemos um monte de quesadillas deliciosas e voltamos algumas horas depois.

Mentira, voltamos muitas e muitas horas depois porque meu namorado havia esquecido o passaporte em casa… longa história resumida, ele pagou uma multa e voltamos para os “States”.

Na semana passada, resolvemos voltar, mas de dia. A ideia era conhecer a cidade melhor, como o museu da foto acima, e visitar uma praia mexicana (fomos a La Misión).

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Antigamente, a molecada americana ia a Tijuana para encher a cara. Depois, a cidade esvaziou com a escalada da violência. Quando visitei em 2006 já era meio deprê.

Hoje, os bares continuam lá, mas disputam espaço com as farmácias. Como tem farmácia em Tijuana! Os americanos vão em bando para comprar remédios, absurdamente mais baratos no México (como são também no Brasil, fica a dica). Há ônibus que fazem fretamento para levar os gringos para dentistas, outra pechincha.

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Duty Free na saída/entrada da fronteira, com gigantesco acervo de garrafas de tequila para vender. Tem até bolo de tequila.

Na minha primeira visita, não saímos da rua principal, onde ficam os bares (e agora as farmácias). Desta vez nos aventuramos mais. Tijuana é relativamente grande, 1,3 milhão de habitantes. Passou por uma certa revitalização nos últimos anos e tem uma área repleta de restaurantes elogiados.

Andamos por todos os lados, de dia. Em nenhum momento achei “perigoso”, embore não recomende a viagem para qualquer um. Às vezes parecia que não tinha saído de Los Angeles.

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Um dos bares balada da rua principal de Tijuana

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Uma das farmácias vizinhas dos bares

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Toucinho e derivados, no Mercado Hidalgo

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Pinatas no Mercado Hidalgo

A maior chatice foi ter que esperar 2h30 na fila da imigração para voltar a San Diego (fotos abaixo). É uma fila no sol e repleta de ambulantes em volta. Tem gente vendendo churros, sorvete, jornal e até cantando por umas esmolas. Tinha um cara numa cadeira de rodas que cantava com uma caixa de som. E outro jovem com um violão.
A fronteira de San Ysidro é a mais movimentada do mundo, com 300 mil pessoas por dia. No momento, passa por uma reforme enorme que já dura alguns anos. Para entrar no México, é a maior baba do mundo. Apenas uma porta giratória, sem ninguém para checar documentos.
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