Charles Darwin no cinemão

“Criação” ainda está em cartaz em SP e vale ver. Apesar do tema supostamente árido _afinal, é um cinebiografia de Charles Darwin_, o filme é leve, mais para drama familiar do que aula de biologia.

Conversei com o diretor, Jon Amiel, por telefone. Ele é inglês, mas mora em Los Angeles. “Você está realmente falando do Brasil?”, ele perguntou logo de cara. “A ligação está tão boa, parece que você está aqui do lado!”

É difícil pegar diretores assim tão amigáveis. A conversa foi bem longa. Vou tentar publicar o resto do material na versão online do jornal.

O roteiro de “Criação” foi baseado em cartas e diários encontrados no livro “Annie’s Box – Charles Darwin, His Daughter, and Human Evolution”, do historiador Randal Keynes, tetraneto do naturalista britânico. No elenco, Paul Bettany faz Darwin, e Jennifer Connely, sua mulher.

A versão impressa está aqui, para assinantes Folha ou Uol.

Da figura distante e grandiosa do naturalista Charles Darwin (1809-1882), o diretor inglês Jon Amiel, 61, diz ter feito um de seus filmes mais pessoais, conectando-se de maneira inesperada com a vida do criador da teoria da evolução.
“Primeiro foi como pai, segundo como marido e depois como artista criativo”, disse o cineasta.

A crítica de Ricardo Calil está aqui.

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